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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Brazzziiilll-zil-zil-zil!, Educação, zero!

Mãe pede para escola reprovar filho que não sabe ler
Segundo informações do portal G1, uma mãe, que não teve o nome identificado pela reportagem, pediu à direção da Escola Estadual Malik Didier Namer Zahafi, no Bairro Pedra 90, em Cuiabá (MT), para reprovar o filho de 10 anos, estudante do quinto ano do 'Ciclo de Formação Humana' – que corresponde à quarta série do ensino fundamental, por ele não saber ler nem escrever.
"Ele só sabe copiar do quadro, então acho melhor retê-lo do que aprová-lo sem que ele apresente condições para isso", disse ao G1. Ela afirmou ter exposto a situação durante reunião realizada recentemente entre a assessoria pedagógica da Secretaria Estadual de Educação (Seduc) e pais de alunos, mas a resposta foi que não poderiam retê-lo, pois o sistema de ensino não permite. "Eles [direção da escola] dizem que ele [filho] aprenderá no tempo dele, mas não acho normal. O que será do futuro do país?", questionou a mãe, que é estudante de pedagogia.
De acordo com a mãe, que trabalha na escola onde o filho estuda na função de auxiliar de limpeza, além do filho, outros alunos da instituição de ensino enfrentam a mesma dificuldade.  "Tem muitos alunos em situação pior ainda, porque já estão no 7º ano e não sabem ler nem escrever", disse. Ela contou que o filho só consegue escrever se estiver copiando do quadro, mas não consegue entender o que escreve. É como se estivesse desenhando. O garoto é filho único.
Em entrevista, o secretário da unidade de ensino, José Carlos Oliveira, afirmou que sistema de ciclos determina que o aluno não pode ser retido.
"Ocorre que nas escolas 'cicladas', independentemente do aluno saber ou não, ele não pode ser retido, porque também existe a questão de idade e série", disse. Ele deu como exemplo um caso que ocorreu no ano passado, quando a escola recebeu um aluno da rede municipal que tinha 13 anos e fazia a 4ª série, mas a escola não pôde matriculá-lo nessa série e o 'elevou' à 8ª série.
Leia mais, aqui.

sábado, 30 de junho de 2012

A vergonha que o Paraguai impôs ao Brasil

Num rasgo de bravura e alta responsabilidade para com sua pátria, dois dos três Poderes da República do Paraguai, usando de seus direitos e prerrogativas, julgaram rapidamente o chefe do Executivo como um incompetente e irresponsável e o destituíram.
Os falsos democratas brasileiros por sua vez, useiros e vezeiros de práticas condenáveis e criminosas, sentiram-se “ofendidos” com o ato patriótico das autoridades paraguaias. Seria muito bom que os presidentes do STF e do Congresso e do Brasil, fossem àquele país aprender sobre democracia maiúscula e os verdadeiros direitos humanos do povo.
Assim, poderiam se transformar em autoridades independentes em vez de serem vassalos de um Executivo corrupto, imoral e transformado num esgoto fétido. Deveriam também aprender que, quando se trata da dignidade e da segurança de seus cidadãos, a rapidez se faz necessária para se evitar que os excessos burocráticos transformem em anarquia um julgamento de altíssima responsabilidade.
O Judiciário brasileiro costuma se exceder em firulas jurídicas e pirotecnias medíocres e deixar para segundo plano o julgamento em si. Todos os “príncipes” daqui estranharam a rapidez com que foi julgado o impeachment de Lugo.
Eles pensavam que a “burrocracia” existente na Justiça meia-boca brasileira era padrão para o mundo.
A vergonha imposta pelos Guaranys aos tupiniquins foi como uma bofetada acompanhada de um chute nos fundilhos dos chulos subservientes do Foro de São Paulo.
Que vergonha para nós brasileiros!